Inovação em tempos de crise.

Em tempos de crise, a inovação se torna indispensável e até mesmo a única saída. Veja o artigo de Leo Fernandes, para o site Administradores.

Inovar. O que era antes opção agora é uma prioridade

Em momentos de crise é importante saber lidar com as nuances do ambiente externo e conhecer bem as capacidades do ambiente interno.

“Com crise se cresce!”

Inúmeras foram as vezes que se repetiu essa frase na crise da virada do século entre 2000 e 2001 numa tentativa de elevar o espírito da população brasileira no momento em que se encontrava o país.

Quer queira, quer não uma crise pode ser encarada de diversas maneiras, inclusive como uma fonte de oportunidades que ficam ocultas nos chamados tempos de “vacas gordas”, onde geralmente é comum se acomodar e não mexer em “time que está ganhando”.

Nos tempos em que vivemos hoje a inovação já começa a deixar de ser uma alternativa e passa a ser uma via de regra para qualquer empresa que deseja se sair bem desta situação calamitosa. Se acomodar e não mexer no time que aparentemente está ganhando pode não ser uma boa estratégia a médio prazo.

O ato de inovar pode até ser difícil, complicado e não oferecer garantias de imediato, mas vale considerar que da crise só sai vencedor quem consegue passar por ela com o mínimo de prejuízo, além disso a inovação vai depender de algumas questões chave como a atual necessidade do cliente e a atual capacidade da empresa em conseguir se adequar à nova realidade.

Inovar pode ser visto sob vários aspectos, um deles como a criação de algo totalmente novo que pode revolucionar toda uma indústria, uma melhoria substancial em algo já existente, ou uma forma diferente de realizar ações comuns.

A maior parte das inovações surgem de momentos de grande necessidade, em que uma visão ampla da situação organizacional é mais que necessária. Conhecer o ambiente externo e as implicações dele no ambiente interno vão ajudar a estabelecer diretrizes e criar estratégias para lidar com a situação atual.

Em um momento de crise é fato que todos os setores da empresa ficam balançados, principalmente os relacionados às entradas e saídas de capital, como financeiro e vendas que trabalharão com maior veemência neste período e que possivelmente sofrerão bastante para elevar as receitas e reduzir as despesas.

No meio destes dois grandes setores essenciais está o atendimento, a porta de entrada para os clientes e o catalizador da possibilidade de aumento da receita, além de ser o centro de todo o relacionamento da empresa com os clientes.

Talvez este seja o momento para repensar a importância que se dá ao atendimento ao consumidor, uma vez que de todas as pessoas envolvidas com a organização e o processo produtivo, o consumidor é o único disposto a pagar pelo fruto deste trabalho desenvolvido.

Não há como agir da mesma forma em um ambiente diferente, a mudança virá independente de quem a estabelecer, cabe a organização decidir se essa mudança será voluntária e estratégica da própria organização ou se será uma consequência das novas necessidades impostas pelo mercado.

A inovação está longe de ser uma alternativa, pois em uma economia frágil e lenta, reter clientes é uma necessidade que urge cada vez mais nas empesas. Pensar em novas formas de atendimento, que sejam mais agradáveis e dinâmicas, diversificar canais, saber trabalhar com CRM e oferecer vantagens e até serviços especiais dependendo do seu ramo de atuação podem te ajudar nesse momento de crise. Uma vez que a “fidelização” do cliente é um mito, oferecer todo o suporte necessário pode ser um caminho para criar uma relação mais próxima e sobreviver a crise.

Fonte: http://bit.ly/1QzZbH0

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  1. Suelen

    Bacana.

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