FGV inova e é primeira instituição de ensino do Brasil a usar laboratórios virtuais em nuvem

Há diversos benefícios na adoção dos Laboratórios Virtuais. Com eles, é possível criar modelos de máquinas que sejam adequados aos cursos, com configurações compatíveis e com os softwares necessários já instalados, além de espaço de armazenamento através de drive na nuvem, para que os alunos salvem seus trabalhos

FGV inova e é primeira instituição de ensino do Brasil a usar laboratórios virtuais em nuvem

O coronavírus tornou-se um elemento de transformação digital nas empresas. As instituições que já estavam preparadas deram um passo à frente na inovação. O ensino a distância na FGV, por exemplo, continuou a oferecer seus cursos presenciais na modalidade a distância, para continuar oferecendo educação de qualidade e de ponta para seus alunos. Uma dessas inovações foi a implementação de laboratórios virtuais, que já estão sendo utilizados por alunos dos cursos de Big Data e Data Science, além de algumas turmas de mestrado, cobrindo cursos Lato sensu e Stricto sensu.

A infraestrutura para serviços de laboratório remoto é fornecida por um provedor de nuvem. Essa plataforma já estava disponível para as escolas mesmo antes da pandemia, porém foi acelerada por conta do plano COVID-19. Internamente já existia um projeto de Pesquisa & Desenvolvimento no âmbito da DO/TIC. Devido a esta iniciativa, a FGV foi contemplada como a primeira instituição de educação do Brasil a oferecer a seus alunos a possibilidade de utilizar os laboratórios virtuais da Microsoft, com toda a infraestrutura necessária para a realização dos cursos, e atendendo as restrições de isolamento social conforme orientação das autoridades de saúde.

Há diversos benefícios na adoção dos Laboratórios Virtuais. Com eles, é possível criar modelos de máquinas que sejam adequados aos cursos, com configurações compatíveis e com os softwares necessários já instalados, além de espaço de armazenamento através de drive na nuvem, para que os alunos salvem seus trabalhos. Dessa forma, todos têm à disposição a mesma configuração e capacidade de processamento, sem a preocupação em manter internamente um parque de máquinas tecnicamente avançado e sofrendo depreciações. Em poucas horas o laboratório é montado para ser usado por alunos e professores. Há diversos outros ganhos: economia de energia elétrica, liberação de espaço de laboratórios físicos, quebra do limite de alunos por sala de aula física, dentre outros.

A força-tarefa da DO/TIC para disponibilização dos laboratórios em tempo recorde envolveu profissionais das áreas de infraestrutura (implementação), service desk (suporte), EAD (treinamento) e governança (fluxos e processos). Atualmente mais de 400 alunos já utilizam essa plataforma, que pode ser acessada remotamente a partir de qualquer computador com internet, tendo à disposição todas as ferramentas necessárias para o desenvolvimento do curso, ou dissertação. De acordo com Julio César Chaves, coordenador da DO/TIC da área Governança de Infraestrutura para Pesquisas e o gerente de Infraestrutura da DO/TIC, José Ricardo Cavalcante, a utilização de laboratórios virtuais nas aulas é disruptiva, pois abre novas dimensões de uso e de suporte. Segundo eles, há um grande ganho em escala que não seria possível em um laboratório físico.

“Isto é disruptivo para a educação, uma nova realidade que se multiplica a cada dia na FGV”, destacam os profissionais.

Fonte: portal.fgv.br/

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