Novo livro analisa regulamentações de segurança cibernética nos países do BRICS

O estudo cobre cinco dimensões essenciais da segurança cibernética nos países do bloco BRICS: proteção de dados, proteção ao consumidor, crime cibernético, preservação da ordem pública online e defesa cibernética.

Novo livro analisa regulamentações de segurança cibernética nos países do BRICS

A Escola de Direito do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV Direito Rio) em parceria com a editora alemã Springer, lançou o livro CyberBRICS: Cybersecurity regulations in the brics countries. Organizado por Luca Belli, a obra tem origem no projeto CyberBRICS: a primeira grande tentativa de produzir uma análise comparativa das regulamentações da internet e políticas digitais nos países do BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

O estudo cobre cinco dimensões essenciais da segurança cibernética nos países do bloco BRICS: proteção de dados, proteção ao consumidor, crime cibernético, preservação da ordem pública online e defesa cibernética.

Os países do BRICS foram selecionados não apenas por seu tamanho e crescente relevância econômica e geopolítica, mas também porque, na próxima década, o crescimento projetado da Internet e de inovação tecnológica deverão ocorrer predominantemente nessas nações. Consequentemente, os arranjos de tecnologia, política e governança definidos pelos países do BRICS provavelmente impactarão – e já estão impactando – não apenas os 3,2 bilhões de pessoas que neles vivem, mas também os indivíduos e empresas que optam por utilizar aplicativos e serviços cada vez mais populares desenvolvidos nos países do BRICS, de acordo com os seus padrões. 

Pesquisadores, reguladores e estudiosos da regulação da Internet encontrarão neste livro um guia valioso para entender o funcionamento das políticas cibernéticas dessas economias emergentes e como elas influenciam o resto do mundo.

O livro inclui prefácios de Sergio Suchodolski, presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais e ex-diretor de estratégia do New Development Bank (banco de desenvolvimento do BRICS) e de Sizwe Snail, Comissário de Informação da África do Sul.

Para mais informações sobre a obra, acesse o link.

Fonte: portal.fgv.br

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