EPGE completa 60 anos com reconhecimento de excelência em ensino e pesquisa

Para o diretor Rubens Penha Cysne, “a contribuição da EPGE para a sociedade que a acolhe e para a comunidade científica internacional se dá em duas vertentes principais: educação e fomento ao avanço da ciência econômica. Através da provisão de uma educação em economia que nada fica a dever àquela dos melhores departamentos de economia do mundo.”

EPGE completa 60 anos com reconhecimento de excelência em ensino e pesquisa

A EPGE Escola Brasileira de Finanças e Economia (FGV EPGE) completa 60 anos de existência neste dia 15 de janeiro, sempre trabalhando para aprimorar ainda mais sua excelência no ensino e na pesquisa das ciências econômicas. Durante 2021, diversas atividades irão homenagear a bem-sucedida trajetória da instituição. 

A Escola impressiona pelos seus indicadores atuais. Nas doze avaliações já realizadas pelo MEC, a EPGE obteve oito vezes o primeiro lugar nacional no IGC – Índice Geral de Cursos, dentre mais de 2050 Instituições de Educação Superior (incluindo Universidades, IFETs, Centros Universitários, Cefets e Faculdades) em todas as áreas de conhecimento. A EPGE ocupa também o primeiro lugar no índice REPEC nacional de departamentos de economia. Sua graduação foi primeiro lugar nacional em três das cinco avaliações do ENADE já realizadas pelo MEC, envolvendo todas as graduações em economia do país. Na América Latina, é a primeira colocada no Ranking da Universidade de Tilburg, que mensura posições relativas de departamentos de economia. Em 2018, a Escola foi classificada por esse mesmo ranking na 76ª posição dentre todos os departamentos de economia do mundo.

É recorrente a EPGE receber economistas laureados com Prêmio Nobel em Economia para palestras. Desde 2010, contam-se sete, alguns deles com mais de uma visita à Escola: John Forbes Nash Jr., Eric Maskin, Robert Lucas Jr., Edward Presscott, Christopher Sims, Robert Engle e James Heckman.

Rubens Penha Cysne, diretor da EPGE desde 2010, afirma:

“A contribuição da EPGE para a sociedade que a acolhe e para a comunidade científica internacional se dá em duas vertentes principais: educação e fomento ao avanço da ciência econômica. Através da provisão de uma educação em economia que nada fica a dever àquela dos melhores departamentos de economia do mundo. A Escola gera, através da atuação profissional dos seus alunos, bem como das externalidades daí advindas, forte fomento ao desenvolvimento nacional e, consequentemente, ao bem-estar das pessoas. Por outro lado, através das pesquisas docentes e discentes, publicadas nos melhores periódicos internacionais, provê sua contribuição ao avanço das ciências econômicas.  O grande desafio para os próximos sessenta anos será manter e expandir ainda mais a provisão de tais benefícios à sociedade e ao país, em um ambiente cada vez mais competitivo, globalizado e dinâmico”.

História

Segundo depoimento do atual diretor da Câmara de Arbitragem da FGV, Julian Chacel, disponível na página web da EPGE, a Escola surgiu a partir de um pedido da Fundação Rockfeller para que a FGV enviasse dois economistas recém-formados para um estágio de três anos nos Estados Unidos.

À época presidente do IBRE, Chacel sugeriu expandir a estrutura de preparação dos dois especialistas escolhidos para uma nova escola que se propusesse a ampliar a formação de economistas no Brasil em patamares semelhantes àqueles dos melhores centros internacionais. E sugeriu, para dirigir tal projeto, o nome de Mário Henrique Simonsen.

Nesse período, renomados profissionais passaram pela direção da Escola, dentre eles o próprio Mario Henrique Simonsen, Octavio Gouvêa de Bulhões, Carlos Langoni, Sérgio Ribeiro da Costa Werlang, Carlos Ivan Simonsen Leal, Clóvis de Faro e Renato Fragelli Cardoso.

Fonte: portal.fgv.br

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