FGV congratula ex-alunos e professores da FGV EBAPE por sucesso do projeto Hathor

Iniciado em 2017 pelo professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV EBAPE), Alexandre Linhares (atualmente sob licença não-remunerada) e pelos doutores pela FGV EBAPE Marcelo Brogliato e Layla Mendes, os tokens do projeto chegaram a atingir, em alguns exchanges, paridade com o dólar

FGV congratula ex-alunos e professores da FGV EBAPE por sucesso do projeto Hathor

Um dos focos dos cursos da FGV, sejam eles de graduação, pós-graduação ou extensão, é o estímulo ao empreendedorismo. Uma iniciativa de professores e alunos foi avaliada pelo mercado financeiro, no último dia 23 de fevereiro, em R$ 954 milhões. Trata-se do projeto Hathor, um criptoativo flexível e escalável, permitindo a criação simples de tokens próprios.

Iniciado em 2017 pelo professor da Escola Brasileira de Administração Pública e de Empresas (FGV EBAPE), Alexandre Linhares (atualmente sob licença não-remunerada) e pelos doutores pela FGV EBAPE Marcelo Brogliato e Layla Mendes, os tokens do projeto chegaram a atingir, em alguns exchanges, paridade com o dólar.

“Preços sobem, preços caem. O projeto ainda é extremamente novo e opera em larga escala em modo stealth. Com esse suporte financeiro, hoje há dezenas de pessoas envolvidas no projeto, em várias formas, em múltiplos continentes. Com um pouco de sorte, estaremos competindo em breve com os cripto-ativos mais valiosos. Ainda assim, acho que é um momento para refletir um pouco sobre o que já foi atingido”, disse o professor Linhares.

O que são criptoativos?

De acordo com definição da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os criptoativos são ativos virtuais, protegidos por criptografia, presentes exclusivamente em registros digitais, cujas operações são executadas e armazenadas em uma rede de computadores.

Esses ativos surgiram com a intenção de permitir que indivíduos ou empresas efetuem pagamentos ou transferências financeiras eletrônicas diretamente a outros indivíduos ou empresas, sem a necessidade da intermediação de uma instituição financeira. Tal propósito serviria – inclusive – para pagamentos ou transferências internacionais.

* A FGV parabeniza o sucesso de seus professores e alunos nesse empreendimento e esclarece que esta é uma iniciativa individual, sem nenhuma participação ou investimento por parte da Fundação Getulio Vargas.

Fonte: portal.fgv.br

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