Expectativa de inflação dos consumidores se manteve estável em 5,2% no mês de janeiro

As expectativas para a inflação nos próximos 12 meses ficaram ligeiramente menores para os consumidores de menor poder aquisitivo e mais alta para as famílias com maior poder aquisitivo

Expectativa de inflação dos consumidores se manteve estável em 5,2% no mês de janeiro

expectativa mediana de inflação dos consumidores brasileiros para os próximos 12 meses se manteve estável em 5,2% no mês de janeiro, aponta o Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE). Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a mediana subiu 0,2 ponto.

“Apesar da expectativa mediana de inflação dos consumidores para os próximos doze meses ter se mantido estável em janeiro, ela carrega o viés de alta dos últimos meses com projeções acima da meta de inflação estabelecida pela autoridade monetária para 2021 (3,75%). Os consumidores sentiram a aceleração dos preços de alimentos e bebidas e a mudança da bandeira tarifária nos últimos meses, ainda que o cenário fosse de fraca atividade econômica. Isso faz com que projetem uma manutenção desse cenário para 2021, considerando que é esperada uma recuperação ainda que lenta no primeiro semestre do ano”, afirma Viviane Seda Bittencourt, economista do FGV IBRE.

Em janeiro, 14,2% dos consumidores projetaram valores abaixo da meta de inflação para 2021 (3,75%), a menor parcela nos últimos seis meses. Por outro lado, a proporção de consumidores projetando acima do limite superior da meta de inflação para 2021 (5,25%) aumentou 3,7 pontos percentuais (p.p.), de 36,0% para 39,7%, a maior parcela dos últimos seis meses.

As expectativas para a inflação nos próximos 12 meses ficaram ligeiramente menores para os consumidores de menor poder aquisitivo e mais alta para as famílias com maior poder aquisitivo. Para os consumidores com renda familiar mensal até R$ 2,1 mil a expectativa de inflação registrou queda de 0,2 ponto, para 5,7%, enquanto as famílias com renda acima de R$ 9,6 mil registraram aumento de 0,3 ponto nas expectativas, para 4,8%, maior valor desde novembro de 2018 (5,0%). 

O estudo completo está disponível no site.

Fonte: portal.fgv.br

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